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5 Benefícios da Farinha de Pipoca – Para Que Serve, Como Fazer e Receitas

Farinha de pipoca

Você com certeza conhece bem a farinha de trigo e possivelmente já ouviu falar da farinha de aveia, da farinha de arroz, da farinha de coco, entre outras. Mas e quanto à farinha de pipoca? Você a conhece ou já utilizou esse ingrediente em suas receitas?

Que tal conhecer todos os benefícios que já foram atribuídos a essa farinha diferente e que pode ser interessante para a sua dieta?

Para que serve – 5 benefícios da farinha de pipoca

1. Menos calórica que outras farinhas

A farinha de pipoca é bem menos calórica do que outros tipos de farinha, já que apresenta entre 55 a 60 calorias em uma porção de uma xícara.

Para você ter uma noção, diversos outros tipos de farinha facilmente ultrapassam – e muito – a marca das 100 calorias a cada porção correspondente a uma xícara.

2. Livre de glúten

A farinha de pipoca não possui o glúten em sua composição. Isso é uma boa notícia para as pessoas que sofrem com problemas que impedem a ingestão do glúten como a doença celíaca ou intolerância ou sensibilidade ao glúten e para quem simplesmente decidiu cortar a substância da alimentação mesmo que não tenha sido diagnosticado com uma dessas condições.

3. Fonte de fibras

Uma das propriedades da farinha de pipoca são as fibras, um nutriente conhecido por contribuir com a sensação de saciedade ao organismo e por beneficiar a saúde do sistema digestivo.

4. Fonte de antioxidantes

A criadora da marca Pipoca de Colher (que fabrica a farinha de pipoca), Sabrina Schmidt, garantiu que o produto também serve como fonte de antioxidantes.

Os antioxidantes são conhecidos por bloquearem parte dos danos provocados pelos radicais livres, substâncias prejudiciais à saúde do nosso organismo, que podem ter um papel no desenvolvimento de doenças como câncer, artrite e doença cardíaca.

5. Pode aparecer em diversas receitas no lugar das farinhas tradicionais

A farinha de pipoca pode ser utilizada em receitas de bolos, brownies, empanados, farofas e tortas salgadas, por exemplo.

No caso dos bolos, em alguns casos – principalmente em receitas que quase não utilizam gorduras – dá para fazer a troca volumétrica, ou seja, cada xícara de farinha tradicional por cada xícara de farinha de pipoca, por exemplo.

Entretanto, em outras receitas de bolo pode ser necessário misturar a farinha de pipoca com outras farinhas sem glúten como farinha de aveia sem glúten, farinha de amêndoas, farinha de milho e talvez até amido de milho.

“Mas, nas receitas que testamos, damos mais preferência à farinha de amêndoas ou de aveia sem glúten. A fração que recomendamos testar primeiro é meio a meio, pois assim você já diminui a quantidade de calorias sem perder a textura que você possa gostar mais. As receitas feitas com a farinha de pipoca tendem a ficar mais fofas e leves que as receitas com outras farinhas”, recomendou a empresa.

Já nas receitas de brownie, quase sempre se consegue fazer uma troca total da farinha que costuma ser utilizada nas preparações originais pela farinha de pipoca, afirmou a Pipoca de Colher, que ressaltou que a substituição sempre precisa ser volumétrica: xícara por xícara ou colher por colher.

De acordo com a marca, enquanto a farinha de pipoca funciona bem com os empanados assados no forno ou na AirFryer, não é aconselhável que ela seja empregada em receitas fritas (imersão). Falando nisso, você sabia que é possível fazer pipoca na AirFryer?

Quando os empanados em questão forem coxinhas, bolinhos ou outros salgadinhos, o conselho da empresa é “passar na farinha depois de pronto e dar umas batidinhas, amassadinhas ou enrolar um pouco mais para melhor aderência e para que pegue mais cor”.

Para as receitas de peixes empanados, a orientação é passar o alimento diretamente na farinha de pipoca logo depois que ele for temperado. No entanto, se o objetivo for ter uma crosta mais crocante, a dica é passar o peixe primeiro no polvilho doce ou no amido de milho e, só então, passá-lo na farinha de pipoca.

Nos casos dos frangos e carnes, a empresa indicou passar no ovo e depois na farinha de pipoca ou passar antes no amido de milho e no polvilho doce antes de passar na farinha de pipoca para que a crosta fique mais resistente.

Já na hora de fazer farofas com a farinha de pipoca, você pode usar o ingrediente dentro das receitas habituais.

“Para tortas salgadas, fica muito bom utilizando um pouco de fécula de batata ou amido de milho para dar melhor liga e pouca gordura na proporção um para um quarto, ou seja, para uma xícara de farinha fit (de pipoca), acrescenta-se ¼ de xícara de fécula de batata ou amido de milho”, completou a empresa.

Receitas

Como fazer farinha de pipoca

Ingredientes:

  • ½ xícara de milho de pipoca.

Modo de preparo:

Colocar o milho de pipoca em uma panela quente, sem óleo e sem sal, para estourar; Remover os milhos que sobrarem e levar a pipoca ao liquidificador. Bater até triturar todo o conteúdo e adquirir uma farinha bem fina; Então, guardar a farinha de pipoca dentro de um pote de vidro bem fechado ou um saquinho plástico bem vedado.

Como fazer crepipoca (crepe com farinha de pipoca)

Ingredientes:

  • 1 ovo;
  • 2 colheres de sopa de farinha de pipoca.

Modo de preparo:

Quebrar o ovo dentro de uma tigela e bater bem com o auxílio de um garfo até que ele fique levemente espumado e homogêneo; Adicionar a farinha de tapioca e mexer até a massa ficar sem gruminhos; Colocar a massa em uma boa frigideira antiaderente para não precisar untar e levar ao fogo baixo;

Depois que a primeira parte ficar toda cozida, virar para que os dois lados da crepipoca dourem. Então é só retirar da frigideira, adicionar recheios saudáveis, fechar a crepipoca e servir-se.

Referências Adicionais:

Você já conhecia a farinha de pipoca e imaginava que existiam benefícios da mesma? Pretende incluí-la em sua dieta? Comente abaixo!

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